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My MTB has DIABETES

Diabetes is something that cycling with me since 21 years ago, I’m 41. The blue O Project regarding the disclosure of diabetes disease associated with the practice of MTB, talking, discussing and to clarifying some aspects, from who has to deal with these two situations simultaneously.

7º Trilho dos Abutres

Boas corridas,

Acordei com 142mg/dL, do procedimento normal, desta vez, reduzi um pouco mais a insulina lenta. Não o devo voltar a fazer…

Após levantar o dorsal encontrei o Vitorino Coragem e “atirou-me”: “é a 1ª vez nos Abutres? Vais ver que vais gostar, está fresco, está bom!” Combinei estratégias com a “minha logística”, controlo zero, aparece o meu amigo José Amaro com a disposição ao rubro. Às 10:00h saímos para a luta, nos primeiros kms parecia que já estávamos na subida maior!!!

Até a Srª da Piedade foi sempre a aquecer, ao 10K em plena subida, medi 247mg/dL. Talvez da concentração do Vitargo Electrolyte algumas dentadas na barra 323 Energy, mas fiquei surpreso, as subidas não eram simples! No abastecimento só bebi água, diluí uma das garrafas de Electrolyte, comi uns amendoins salgados e agarrei uns pedaços de laranja e banana e vai de subir, subimos e mais subidas, uma descida e voltamos a subir e passados mais 12K chegamos a Gondramaz (K22)... A minha gente já lá estava, mas quem encontrei de imediato foi a Marlene; “o Sérgio está um pouco atrasado mas não esperes, continua”. O Sérgio Moreira é “nosso” homem das ultras, andava no trail dos 50K, só para quem tem todas as forças no sítio, repito “todas as forças”!

Em frente ao abastecimento lavei as mãos na fonte e medi mais de 300mg/dL. Para lá chegarmos tivemos de subir bastante, duro, mas duro, a beber do Vitargo já diluído, só se subiu pelo acumulado positivo que fiz… Dei 3 unidades de rápida, contam-se pelos dedos de uma mão as vezes que dei insulina durante uma prova. Amendoins, uma fruta, substitui uma garrafa só com água e sai de lá a correr, era a descer.




Pelos trilhos dos Abutres escorreguei tantas vezes como os metros de subidas, ou mais! Numa linha de água algures a desviar-me para os mais rápidos passarem falhou-me a mão numa passagem - quase ao estilo da via ferrata - foram quase 2 metros em “parafuso” e ainda não estávamos no verdadeiro trilho da lama. Que tratamento, consegui ficar atolado até aos joelhos, se me desviava para um lado picava-me nas silvas, para o outro doía-me mais a virilha, foi serrar os dentes e pensar nas 6h de objetivo, superei-me, 5h:55min. Depois do banho e frio com a Vitargo Protein e antes de comer, 122mg/dL. É preciso uma paciência!!!

Este é o tipo de trail que mais gosto, muito técnico e custoso de progredir, exige da nossa atenção, dificilmente escapamos da lama - se tivesse chovido então é que era - a beleza dos obstáculos ultrapassados, enaltece-nos a cada passo, no fim levantamos os braços…

Como a diabetes é para a vida, tenho de equacionar uma descida acentuada da lenta, já não me lembrava de um episódio assim. A prova era de muito esforço e longa - para o que costumo fazer em trail - mas a glicémia durante este esforço não lhe encontro explicação.

Corridas boas,
casf

Projecto blue O
#ChangingDiabetes - Novo Nordisk Portugal
Vitargo - The greatest carbohydrate Vitargo & Energikakan
GripGrab
Polisport Bicycle
Silincode Portugal
Garmin Portugal - Ciclonatur
FeelsBike
Freego Bolsas Para Insulina

Trilhos dos Reis 2017, 24K




Boas corridas,
O ano começou bem, e em 2017 há muito para fazer…
De manhã reduzo sempre a insulina basal, corrijo com insulina rápida - o que como durante esse pequeno almoço - sobretudo porque iam passar mais de duas horas antes da partida, evitando assim uma subida na glicemia antes de começar o evento.
Trocaram de nome, mantiveram a simpatia e a qualidade, a festa e a alegria de toda uma cidade é total.
Saí praticamente do fim o que representa para mim chegar, ainda, mais tarde, mas 700 atletas serra acima é muita gente. Reconheci algumas passagens do ano anterior mas achei-o menos técnico, mas é que me doem as pernas!!!. No inicio da 2ª “parede” medi a glicémia, 178mg/dL, mas já vinha a comer da barra Vitargo Endurance antes do 1º abastecimento; banana, laranja, boleima, frutos e bolos secos, coca-cola, fui diluindo o Vitargo Electrolyte, mesmo no inverno a hidratação para um diabético é muito importante.

Antes do 2º abastecimento, na descida da Vicentina, encontrei o bObO do Rei, retratamos os sOrrisOs de quem aprecia o desporto ao ar livre, já perto da meta um membro da organização perguntou-me se estava tudo bem: “tudo impecável” respondi e ainda disse “mas com chuva é que era bom”, tive de sair de lá a correr…
Corridas boas,
casf

4ª São Silvestre dos Madeiros, Castelo Branco, 10K





Neste Natal...
Com uma mão agarra um amigo.
Com as duas mãos agarras muitos mais!
O que é teu, não deixes fugir ;)
Feliz Natal 2016.
-//-
This Christmas...
With one hand grab a friend.
With both you grab many more!
What is yours, do not let it run away ;)
Merry Christmas 2016
#ProjectoblueO
#ChangingDiabetes - Novo Nordisk Portugal
Vitargo - The greatest carbohydrate Vitargo & Energikakan
#GripGrab
Polisport Bicycle
Silincode Portugal
Garmin Portugal - #ciclonatur
FeelsBike
Freego Bolsas Para Insulina

III Trail Running Vila de Nisa


Boas corridas,

Em jejum a “máquina” estava em falência, 59mg/dL. Comi o necessário e o consciente para não fazer disparar a glicémia, mesmo que a cabeça às vezes mande “aspirar” a mesa do pequeno-almoço, sobretudo numa hipo. Dei a dose necessária de rápida para a contagem de hidratos ingeridos, isso sim, reduzi a basal e preparei a diluição do Vitargo Electrolyte.

Eu e o meu amigo Zé Amaro saímos no nosso ritmo e foi o melhor que fizemos, iam ser 3 subidas seguidas à Serra de São Miguel e eu avisei-o, “guarda-te para o final”...

Os abastecimentos foram sempre fartos e alegres, é um hábito alentejano, perguntavam pelas reações ao percurso, eu gostei bastante, algo técnico mesmo sem um trilho por entre uma linha de água ou precisamente no meio da ribeira, tinha partes muito bem trabalhadas e um “toque especial” para provavelmente fazer parte do circuito nacional nas pequenas distâncias, este dos 30K.


Aí pelos 15K, numa subida, medi 153 mg/dL, a diluição do Vitargo Electrolyte a barra Vitargo Endurance, os abastecimentos, “aspirei” de tudo; batatas fritas, bolos caseiros, boleima, metades de banana, laranjas, coca-cola, água e frutos secos recomponham a fadiga que se ia acumulando...


A prova este ano foi mais dura, consegui fazer menos das 5h, alcancei esse objetivo porque me “colei” ao relógio, não querendo, mas porque não tinha cãibras!

Corridas boas,
casf

XII Trilhos da Raia


Boas pedaladas,

Durante 2016 fiz umas caminhadas, umas provas de trail running, atletismo e ciclismo, talvez mesmo só uns "treinos" com a bicicleta de estrada e muito pouco com a minha 26"...

Contas feitas, a última prova de BTT em que participei foi há um ano, nos XI Trilhos da Raia, fui à pequena, e não acabei por problemas técnicos!


 Com “tanto acumulado de pernas”, pedi emprestada uma bike 29” ao David da Feelsbike e inscrevi-me, no que para mim, é uma excelente prova de btt e na distância longa, 95K. Não era a primeira vez e apontei 8h. Levei o FreeStyle Libre, que no final vinha algo castanho, confesso!

A glicémia estava para me gozar, medi no glicosímetro 266mg/dL - 307mg/dL no FreeStyle Libre - eram 6h:58min. Pequeno-almoço, leite com café e uma sandes de queijo, corrigi com a insulina rápida e reduzi a lenta, preparei tudo e fui.

Antes da saída às 9:00h, passei no braço para ler a glicémia e não digo o que registei mas se a máquina apitasse, tinha gritado!!! O stress aumenta-me a glicémia e nem digo quanto!!!


Nota: Corrigir um aumento de glicémia numa prova que vai durar horas, já me resultou numa hipo “lá mais á frente”! REPITO: Este procedimento é só meu, mas é sobretudo do conhecimento que desenvolvo com a minha diabetes.

Parei em todos os abastecimentos, sólidos e líquidos. Comi desde fruta, queques, pastéis de carne e uma meia bola de Berlim no último abastecimento em Idanha-a-Velha, já passavam das 15h e tinham acabado de chegar, só para verem a qualidade do evento. Em todos os abastecimentos refiz o Vitargo Electrolyte e ia trincando das barras Vitargo 323 Energy e Endurance.

Hora
10:07
11:00
12:32
12:54
14:31
15:06
17:31
18:17
mg/dL
396
193
93
81
111
94
133
216


Ia pelo 40K quando furei, uma regra básica do BTT, para quem não anda há muito tempo, e para não perder as faculdades técnicas. O David, que vinha mais atrás, parou e ainda se deu ao trabalho de me ajudar a remendar o furo, juntamente com outro colega. Eu segurei a câmara de ar nova, levei-a porque sabia que ia furar!!! A câmara furada estava colada ao pneu devido ao líquido anti-furo, foi uma luta, diz quem puxou, é mais fácil uma matança do porco. Mas há mais...

Antes de Monsanto, nuns trilhos com umas pedras estilo “rock garden” mas a subir, desequilibrei-me sobretudo pelo acumulado do cansaço nos braços e nas palmas das mãos, mal segurava no volante... Tive aquela sorte de quem ganha uma aposta, o totoloto até! Não parti o braço mas estive lá perto, suponho que já não devo ganhar o Euromilhões, mesmo que jogue… A queda deixou-me dorido e com uma molesta, até se instalar uma dor de cabeça forte.


Subi a calçada romana toda a pé, empurrando a bike - acho que foi ela que me segurou - foi o tempo necessário para recuperar do tombo. Em Idanha-a-Velha arranjaram-me um paracetamol, comi meia bola de Berlim, ainda quente, já só com a meta em mente.

Levar o FreeStyle Libre numa prova de BTT “é outra loiça”, nunca tirei as mãos das luvas, e nesta prova se não chove, temos aquele pó de secar a garganta! O suor, não ter de lavar as mãos, a rapidez e a poupança de tempo, a facilidade e a limpeza da “coisa” em si... Não arrumei com as 7h:30min a pedalar porque agora foram as desculpas do furo e da queda… fica para o ano, adoro estes desafios que levam tempo, vamos andando a “morder no assuntO”...

Pedaladas boas,
casf

“O meu sensor FreeStyle Libre”




“O meu FreeStyle Libre”,

Ser o mentor do Projecto blue O", com alguma referência nacional e internacional, serviu para ser contactado pela Abbott Portugal no seu intuito de lançar para o mercado nacional o "novo" FreeStyle Libre, um novo monitor contínuo de glicemia.

Foi no Congresso Mundial da Diabetes na Austrália, em Dezembro de 2013, que foi apresentado, pela denominação de "Flash Glucose Monitoring" - FGM. Há uma diferença comparando-o com um GCM. (Volto a este ponto mais tarde.)

Comparei-o com o GCM - "Monitor Continuo de Glicemia" - que tenho, para desta forma poder explicar algumas situações, mas também fiz umas pesquisas na net. Se quiseres uma explicação ao mais pequeno detalhe, lê o relato do bloger espanhol, “Jedy Azucarado Reflexiones de un jedi azucarado”. Como sempre, bastante direto e muito explicativo.

Nada do que vou escrever é novo, estas são só as minhas observações:
O sensor coloca-se no braço com uma facilidade inigualável. Visualizem no “You Tube” a colocação deste tipo de dispositivo, os das outras marcas, e vão perceber. Previamente, com o tissue fornecido com o sensor, limpamos a zona onde o vamos colocar, abrimos o invólucro onde vem instalado e pressionamos para o fixar no aplicador, este é colocado no braço, pressionamos e rapidamente fica colado, mais simples desconheço.

O sensor é fino e sem arestas, cujo objectivo é permanecer colado durante os 14 dias de funcionamento. Há quem se queixe de se descolar, ou de ter batido com o braço contra algo levando a que salte ou no mínimo se desloque, uma coisa é certa, quando o filamento, que faz a leitura no líquido intersticial, se “move“ “acabou-se a brincadeira”. Característico de qualquer monitor desde género!
O outro equipamento é o leitor, tem a “caixa” igual à do medidor InsuLinx, este, inovava com o ecrã táctil e calculava os bolus de insulina. O ecrã do FreeStyle Libre também é táctil e como outros medidores da Abbott, também lê os corpos cetónicos, a diferença está toda no software, trabalhado para gerirmos a glicémia…

A leitura da glicose é contínua sim, mas, na realidade é armazenada de 8h em 8horas, além da leitura no momento quando passamos o leitor perto do sensor, o sinal é transmitido por tecnologia NFC, resultado, num encontro de “freestyle libers” não há cá confusões, cada sensor envia o seu sinal ao seu “dono”.

As marcas que comercializam os leitores contínuos de glicémia, como benefício referem a redução da nossa A1c. É com total “liberdade” que passamos o leitor pelo braço para sabermos o valor da glicémia. ADORO e não sou o único! Desta “passagem pelo braço” à redução da A1c é simples, ficamos “dependentes” desse interesse!!! Este gesto permite-nos gerir o que até então só sabíamos quando parávamos de fazer o quer que fosse, para medir no dedo a nossa glicémia. Agora não, a cada 5min. o valor é registado e o gráfico vai sendo elaborado, advertidos pelas curvas de tendência. Podemos escolher as nossas zonas alvo, claro.

Volto ao que comentei antes, a diferença entre um “GCM” e este “FGM”:
O FreeStyle Libre - FGM "Flash Glucose Monitoring" - não AVISA como o GCM.
Podemos analisar o gráfico da nossa glicémia, no leitor, contudo não temos os alertas em caso de hipo ou hiper, mas as tendências são idênticas em ambos monitores, sabemos ao momento para onde se dirige a nossa glicémia e a intensidade, mas por ex., durante o sono não somos “despertados” com os bipes sonoros de estar em hipo ou da glicémia estar a subir!


Pontos fortes:
- Simples a colocar e de fácil interpretação pela leitura gráfica, sem necessidade de calibração, 14 dias “non stop”.
- Adesão, este 1º sensor, usei-o até “à morte”, aguentou 3 semanas, depois dos 14 dias mantive-o colado ao braço, continuei com a prática desportiva; corrida, bicicleta, nadar, com bastante suor e calor à mistura. Quando o tentei arrancar fiquei com o sensor na mão, o “selo” foi descolado tipo depilação a cera. Quem como eu nunca fez depilação, bem...
- Sensor pequeno, fino e sem arestas, não incomoda, ao dormir mal se sente.
- Preço muito reduzido, face a concorrência. Do leitor, do sensor e pela ausência de transmissor.
- Ligado ao computador temos um leque de opções para gerir a nossa diabetes, gráficos diários, em determinado horário, fazendo comparação de dias, as tendências…
- Algumas vezes comparei-o com o glicómetro, a discrepância era pouca, é a mesma quando usamos três maquinas de marcas diferentes e a mesma gota de sangue, não fazemos Jackpot!
- No que diz respeito ao desporto, a leitura durante o mesmo, se for corrida, trail running, caminhada, é fantástico, com a outra mão podemos comer uma barrita ou até tirar uma selfie. No ciclismo ou BTT, aconselho a treinar a arte circense, com aquela bicicleta de uma roda, depois de algum treino, conseguimos sem nos torcermos muito, ou mesmo largando o volante...


Pontos fracos:
- Por não ter transmissor não avisa, em tempo real, de hipo ou hiper.
- Preço, para quem como eu tem um salário mínimo, sobretudo se comparamos com as fitas, que são comparticipadas.
- O ecrã táctil é muito impreciso, tocasse, mais uma vez e outra…
- É muito simples graficamente e nas cores, no aspecto do softwear há muito trabalho a fazer...
- O leitor não vem acompanhado de uma bolsa própria, “made in china”! Se é para pedir, a bolsa podia ter a facilidade de ser colocada no cinto (por ex.), para ser fácil de retirar e arrumar.
- Peço outra vez, se mede os corpos cetónicos, a lanceta, na tal bolsa?
- A questão do software… o único botão que tem, que também serve para voltar para trás, algum descuido e desligas o aparelho.


A indisponibilidade nacional e a comparticipação…
Infelizmente para mim, não tenho acções no mundo farmacêutico e actualmente as notícias sobre partidos políticos e as acções dos mesmos, abomino pelo desprezo. Dizem-me que é uma questão de signo, mas agarro-me à realidade das coisas.
Os consumidores são aqueles que têm de pagar pelo desenvolvimento de qualquer inovação, no mundo farmacêutico é dos casos mais evidentes!
Quão difícil é provar a um governo que investindo na prevenção - na diabetes e no caso dos monitores contínuos de glicemia - face aos custos das complicações que advertem da má gestão, é-lhes, aliás, é-nos mais barato apostar, mesmo que a longo prazo, nessa prevenção! São negócios de milhões, da prevenção aos tratamentos dessas complicações, mas estamos cá nós para pagar isso tudo, temos uma maior esperança de vida, aumentaram-nos a idade da reforma… Insisto, eu queria ser accionista!!!


Agora que desabafei, explico o meu ponto de vista:
Do meu saber o único entrave que tem prolongado a não disponibilidade em Portugal é o facto de não existe legislação que enquadre este monitor de glicose, não é um GCM nem tampouco um glicómetro de fitas. Se bem que, por esta explicação, os governos dos outros países também teriam tido este imbróglio, somos assim tão obtusos?!

No caso português nem nos podemos queixar muito, as insulinas são gratuitas, as agulhas, as canetas, as “maquinas”, as lancetas, as fitas têm um desconto “brutal”. As bombas, aí nem me "estico", com isto já devo ter para me queimar, mas a realidade do nosso país é-nos largamente favorável, achO! €60 para 14 dias de info a cada 5 min? Os custos dos outros GCM do mercado? Se as fitas não tivessem comparticipação? O FreeStyle Libre não vai fazer milagres, facilita a gestão da diabetes de quem quiser ter a diabetes controlada, a nossa cabeça é que manda, existem muitos pacientes diabéticos que têm a sua diabetes controlada pelos princípios básicos; insulina, alimentação, actividade física. Deixou de ser uma “porta aberta”, o FreeStyle Libre “abriu a casa toda”, as outras marcas que entrem no jogo…


Bom desporto,
casf