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My MTB has DIABETES

Diabetes is something that cycling with me since 21 years ago, I’m 41. The blue O Project regarding the disclosure of diabetes disease associated with the practice of MTB, talking, discussing and to clarifying some aspects, from who has to deal with these two situations simultaneously.

Esmiuçando, tipo gato, a nossa O


Boas pedaladas,

Hoje tentarei ser um pouco mais esmiuçado, tipo gato, na nossa questão da O.

Como referi, antes de abordar o pequeno-almoço dos Trilhos da Açafa, assaltei, literalmente, um iogurte grego açucarado e de morango, receita Grega, e digo que o “roubei” porque estava atrasado, foi tudo a correr, peguei nos haveres e saí, quase pela janela, para não chegar atrasado!!!

Chego a tempo, faço a medição, recomendo SEMPRE, e registo o valor; 136 mg/dL.

Está óptimo, para estar sentado ao computador, aqui no fórum, agora, para ir “escalar paredes”, que até aprecio e desce-las é preciso encher o depósito e os bolsos do Jersey, não vá ser preciso, digo isto com conhecimento de causa.

Geralmente os meus treinos rondam os mesmos 35km deste passeio, com muito menos declives é certo, no entanto acomodei-me a isso, ao pensar que com uma fatia de bolo, vá, comi duas, é que eram caseiros, iria ser suficiente para me aguentar até ao abastecimento onde me “atirava” outra vez, conseguindo assim concluir os 35km.

Devo dizer que esta minha “prova” foi algo esquisita no que diz respeito a comidas açucaradas e ainda assim no final a hipo deu um ar da sua graça.

Julgo ter despendido um esforço enorme nas subidas, se bem que me aguento bem, penso, que o devo ao meu peso pluma, 68/70Kg para 1.78m e uma cadência certinha, estilo Indurain, a determinada altura, passados uns 15Km e sem vislumbrar o abastecimento, receoso desse esforço pus a mão ao bolso para começar com as bolachas, agora uma, uma descida e respectiva subida e mais outra, desfiz algumas bolachas na luva, enfim…

Chego ao abastecimento, com a azáfama no local, ainda avisei os bombeiros da iminente chegada do rapaz que tinha caído antes, tendo-se confirmado fractura na clavícula. Dei 3 ou 4 “beijos” em laranjas cortadas em quatro, aviei outro bolo acompanhado de um pouco de sumo, preenchi o bidom com água e tornei a subir.

Os 15km a faltar para a meta foram feitos a um ritmo semelhante, lamacento quanto baste, onde os últimos 5km já acusaram, melhor, eu é que acusei um cansaço rítmico apelidado de “falta de treino”.

Friso a Importância: Os procedimentos que adopto são questão de alguns anos de “amizade” mútua e um conhecimento recíproco da minha diabetes, que como tenho dito, nem sempre saí como eu/nós julgamos que vai acontecer. Quero dizer com isto que o que eu possa fazer pode não ser o correcto para alguém que também tenha os mesmos valores, sintomas, peso, idade, unidades e até tipos de insulina…


Pedaladas boas
casf


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V Trilhos da Açafa


Boas pedaladas,

A blue O começou a época 2010 a subir, por assim dizer!

O despertador não tocou, faltava desmontar a bike e “aconchega-la” na mala e aquele pequeno-almoço tão badalado e afamado dos Trilhos da Açafa, ainda mo comiam!

Uma previa medida de 136 mg/dL ajudou a escolher no vasto leque de iguarias caseiras, acompanhadas de um coffee de cariz americanizado, black, sem açúcar e em copo de 33cl.

Os primeiros quilómetros foram em estilo romagem circundante à celulose, o odor característico começou a entranhar-se até na laringe.

A altimetria prometia, a “parede”, ou melhor, as subidas sucederam-se, a primeira ao longo de 5km, em que a lama nos dificultava a escalada, em especial a quem não treinou com a desculpa da chuva!!! Complementando, um ruído hipnotizante teimou em me acompanhar, só, ao km 10 dei conta ser o meu disco da frente, já estava em transe, de tal forma que até a subir travava só para me “desipnotizar”!!!

A minha amiga hipo, durante o percurso, não apareceu, penso que pelo trincar de umas bolachas durante o rolar e o prévio breakfast, algo hiper-calórico, o que me podia ter originado umas cãibras, característica, em mim, de hiper-glicemia. Só ouve um abastecimento ao km 20, TARDE, no meu entender, com o acumular de subidas e descidas, não fossem as bolachas e a redução no número de unidades…

O single track paralelo ao Tejo permitiu-nos desfrutar de uma dualidade de BELEZA/RISCO, se bem que sinalizado havia risco.

Enquanto esperava pela lavagem da bike ela apareceu, lembrei-me dos borrachões caseiros que passearam os longos 35km de altos e baixos e “atestei com eles um pouco do depósito”.

Ao almoço ouvi uma frase que mostra bem o empenho da prova; “deitei-me às 4 e as 7 já cá estávamos”. PARABENS à organização, 5 estreloides. A quem confeccionou mais PARABENS ainda, muito e farto, desde manhã!

Pedaladas boas,
casf


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